O som da gaita pode ser ouvido do Baião a Bossa Nova, passando pelo choro que é considerado o jazz brasileiro pela sua difícil execução, grandes mestres temos aqui no Brasil, entre eles estão, Rildo Hora (Maestro do Zeza Pagodinho), Omar Izar, Maurício Einhorn, o Falecido e um dos pioneiros Edú da gaita, O nordestino Jehovah da Gaita, entre outros que fazem ou fizeram história através desse instrumento, no Cenário atual dos mais jovens temos Gabriel Grossi e Pablo Fagundes, Vitor lopes , esses trabalham bem a música nacional, lembrando um pouco da gaita diatônica temos o grande Otávio Castro que faz coisas incríveis na Gaita de 10 orifícios. Segue abaixo alguns vídeos com os Gaitistas citados acima:
Olá amigos, me chamo Natanael e criei esse blog com o objetivo de interagir melhor com todos os músicos, sou gaitista e algumas postagens podem ser voltada mais para gaita, porém isso não significa que irei falar só da harmônica, vou procurar frisar a música brasileira, com sua riqueza de ritmos e sons, espero que gostem da minha ideia e espero também contar com a ajuda de todos vocês. Abraço a todos!
domingo, 25 de dezembro de 2011
A Gaita na Música Brasileira
A música brasileira é muito rica e muito agradável de se escutar. A gaita se encaixa bastante nesse cenário, principalmente a cromática, mas a diatônica não deixa a desejar.
O som da gaita pode ser ouvido do Baião a Bossa Nova, passando pelo choro que é considerado o jazz brasileiro pela sua difícil execução, grandes mestres temos aqui no Brasil, entre eles estão, Rildo Hora (Maestro do Zeza Pagodinho), Omar Izar, Maurício Einhorn, o Falecido e um dos pioneiros Edú da gaita, O nordestino Jehovah da Gaita, entre outros que fazem ou fizeram história através desse instrumento, no Cenário atual dos mais jovens temos Gabriel Grossi e Pablo Fagundes, Vitor lopes , esses trabalham bem a música nacional, lembrando um pouco da gaita diatônica temos o grande Otávio Castro que faz coisas incríveis na Gaita de 10 orifícios. Segue abaixo alguns vídeos com os Gaitistas citados acima:
O som da gaita pode ser ouvido do Baião a Bossa Nova, passando pelo choro que é considerado o jazz brasileiro pela sua difícil execução, grandes mestres temos aqui no Brasil, entre eles estão, Rildo Hora (Maestro do Zeza Pagodinho), Omar Izar, Maurício Einhorn, o Falecido e um dos pioneiros Edú da gaita, O nordestino Jehovah da Gaita, entre outros que fazem ou fizeram história através desse instrumento, no Cenário atual dos mais jovens temos Gabriel Grossi e Pablo Fagundes, Vitor lopes , esses trabalham bem a música nacional, lembrando um pouco da gaita diatônica temos o grande Otávio Castro que faz coisas incríveis na Gaita de 10 orifícios. Segue abaixo alguns vídeos com os Gaitistas citados acima:
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
99 anos do Rei do Banhão
Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912,- Recife 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do Baião.
Luiz lua Gonzaga, influenciou varias gerações, continua influenciando e vai influenciar muitas que estão por vir, a música que o velho Lua sabia fazer era sem dúvidas maravilhosa, envolvia sentimentos de um povo esquecido do Brasil, um povo que sofria com a fome e a seca, e a única alegria que tinha era a sua música.
O Baião de Luiz Gonzaga também influencia na formação e iniciação musical, quem nunca tocou a velha Asa Branca quando tava dando os primeiros passos com qualquer instrumento que atire a primeira pedra.
A Forró, o Baião e o Xaxado do Seu Luiz Gonzada, faz parte da cultura no nosso Brasil, que pena que não está mas entre nós para ver até onde sua obra chegou, uma obra com muito sacrifício, uma obra de uma vida inteira.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Show do grupo do meu amigo Rodrigo BZ
REALEJO VIRAMUNDO APRESENTA SHOW DE UM ANO DE CARREIRA
Música instrumental universal cearense. Assim é definida a singularidade da sonoridade e do repertório do quarteto Realejo Viramundo que apresenta o show “Gaita Mundo Afora”, no dia 18 de novembro (sexta-feira), às 20h, no Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av Duque de Caxias 1701 – Centro, próximo ao prédio do Dnocs). Completando um ano de existência, o grupo inicia uma nova fase. Ao som da gaita, “harmônica”, ou “realejo”, as composições próprias ganham destaque na apresentação.
Um ano passou e a vontade de se expandir para o mundo continua. Esse é o show “Gaita Mundo Afora”. Uma mostra do que se produz da nova música autoral e instrumental em Fortaleza. O repertório cuidadosamente selecionado para o espetáculo, resume a trajetória de seleções musicais grupo: dividido entre composições próprias e músicas de compositores brasileiros como Tom Jobim, Noel Rosa, Luiz Gonzaga, Jacob do Bandolim, Cartola e João Donato, ou erudito, como J.S. Bach. Na ocasião, a banda receberá os músicos convidados Hiran Câmara (gaita), Rairton Lima (bandolim) e Di Lennon Ribeiro (gaita) para execução de algumas composições. A abertura do show ficará por conta do poeta e professor Henrique Beltrão.
Foi no curso de música Universidade Federal do Ceará (UFC) que os instrumentistas Rodrigo BZ (realejo e percussão), Rafael Lima (baixo), André Benedecti (bateria) e Neto Teixeira (guitarra e violão) se conheceram em 2010. Desde então, o grupo já se apresentou na VI Semana de Educação Musical da UFC, no I Encontro de Bolsista de Graduação da UFC (na Concha Acústica), no Projeto Pôr do Som (Centro de Humanidades da UFC - Benfica), no III Aniversário do Instituto Cultura e Arte da UFC (ICA), Feira das Profissões da UFC, Iate Clube, Shopping Benfica, entre outros eventos.
Mostrando que não há limites para a linguagem musical, o Realejo Viramundo converge ritmos e estilos diferenciados. “Desde quando começamos, nos empenhamos em mostrar a diversidade que, ao mesmo tempo, reúne originalidade seja na nossa raiz nordestina, o que não dá para negar, ou na diferenciação desse instrumento melódico riquíssimo, que é o realejo”, explica o músico Rodrigo BZ. Assim, para o quarteto, é possível misturar o blues, o baião, o rock, a bossa-nova, o jazz, o choro, a salsa, o xote, o reggae e a valsa.
Serviço
Realejo Viramundo apresenta o show “Gaita Mundo Afora”
No Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av Duque de Caxias 1701 – Centro, próximo ao prédio do Dnocs), dia 18 de novembro (sexta-feira), às 20h.
Ingressos: R$10,00 (inteira); R$5,00 (meia), no local.
Dicas de livros para estudos
Olá amigos, venho aqui postar algumas dicas de livros que vocês devem ter para estudos, as dicas que irei postar são de experiências próprias, livros que uso para ampliar meu horizontes na musica, segue a lista:
Harmonia e improvisação volume I (almir chediak)
Harmonia e improvisação volume II (almir chediak) O meu preferido
A arte da improvisação (Nelson Farias)
Acordes arpejos e escalas (Nelson Farias)
Método Pozzoli
Esses são os livros que uso para estudos, como mencionei o meu preferido é do harmonia e improvisação vol II do chediak, um livro bem legal, que aborda muito bem a construção de acordes, os intervalos e escalas. Abraço a todos!
Harmonia e improvisação volume I (almir chediak)
Harmonia e improvisação volume II (almir chediak) O meu preferido
A arte da improvisação (Nelson Farias)
Acordes arpejos e escalas (Nelson Farias)
Método Pozzoli
Teoria da Música – (Bohumil Med)
Esses são os livros que uso para estudos, como mencionei o meu preferido é do harmonia e improvisação vol II do chediak, um livro bem legal, que aborda muito bem a construção de acordes, os intervalos e escalas. Abraço a todos!
A Música Popular Brasileira
Sua história começa com os índios e com a música feita pelos jesuítas que aqui aportaram. Esse encontro entre a música dos jesuítas e a música dos indígenas é a pré-história da música popular do Brasil. A evolução desses ritmos primitivos, como o cateretê ou o cantochão, são ainda hoje tocados em festas populares.
Cateretê: é uma dança rural brasileira conhecida desde eras remotas. Se o nome é tupi a dança apresenta características africanas. Dança-se em duas filas, uma de homens e outra de mulheres, que evolucionam uns diante dos outros ao som de palmas e bate-pés, sendo o acompanhamento constituído por duas violas. Os violeiros cantam no intervalo da dança e dirigem as evoluções do bailado;
Cantochão: Canto litúrgico da Igreja Católica do Ocidente, essencialmente monódico, e cujo ritmo ou ausência de ritmo se baseia apenas na acentuação e nas divisões do fraseado; canto gregoriano, canto liso;
A música popular do Brasil só se tornaria mais forte no final do século 17, com o lundu, dança africana de meneios e sapateados, e a modinha, canção de origem portuguesa de cunho amoroso e sentimental. Esses dois padrões, a influência africana e a européia, alternaram-se e combinaram-se das mais variadas e inusitadas formas durante o percurso que desembocou, junto a outras influências posteriores, na música popular dos dias de hoje, que desafia a colocação de rótulos ou classificações abrangentes.
Já no século 19 surgem os conjuntos de chorões, que adaptam formas musicais européias -como a mazurca, a polca e o scottisch- ao gosto brasileiro e à forma brasileira de se tocar essas construções. Surge então, a partir da brasileirização dessas formas, o choro, e firmam-se novas danças, como o maxixe.
O samba urbano só se firmaria na década de 30, época em que surge a primeira escola de samba, a Deixa Falar, fundada em 1929. Depois, com a popularização do rádio e do disco a música popular se consolidaria e chegaria ao mundo de opções musicais que hoje o Brasil possui.
Fontes: http://almanaque.folha.uol.com.br/musicapopulardobrasil.htm, http://pt.wikipedia.org/wiki/Cateret%C3%AA, Dicionario Aurelio.
Cateretê: é uma dança rural brasileira conhecida desde eras remotas. Se o nome é tupi a dança apresenta características africanas. Dança-se em duas filas, uma de homens e outra de mulheres, que evolucionam uns diante dos outros ao som de palmas e bate-pés, sendo o acompanhamento constituído por duas violas. Os violeiros cantam no intervalo da dança e dirigem as evoluções do bailado;
Cantochão: Canto litúrgico da Igreja Católica do Ocidente, essencialmente monódico, e cujo ritmo ou ausência de ritmo se baseia apenas na acentuação e nas divisões do fraseado; canto gregoriano, canto liso;
A música popular do Brasil só se tornaria mais forte no final do século 17, com o lundu, dança africana de meneios e sapateados, e a modinha, canção de origem portuguesa de cunho amoroso e sentimental. Esses dois padrões, a influência africana e a européia, alternaram-se e combinaram-se das mais variadas e inusitadas formas durante o percurso que desembocou, junto a outras influências posteriores, na música popular dos dias de hoje, que desafia a colocação de rótulos ou classificações abrangentes.
Já no século 19 surgem os conjuntos de chorões, que adaptam formas musicais européias -como a mazurca, a polca e o scottisch- ao gosto brasileiro e à forma brasileira de se tocar essas construções. Surge então, a partir da brasileirização dessas formas, o choro, e firmam-se novas danças, como o maxixe.
O samba urbano só se firmaria na década de 30, época em que surge a primeira escola de samba, a Deixa Falar, fundada em 1929. Depois, com a popularização do rádio e do disco a música popular se consolidaria e chegaria ao mundo de opções musicais que hoje o Brasil possui.
Fontes: http://almanaque.folha.uol.com.br/musicapopulardobrasil.htm, http://pt.wikipedia.org/wiki/Cateret%C3%AA, Dicionario Aurelio.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Breve introdução sobre o blog
Olá amigos, me chamo Natanael e criei esse blog com o objetivo de interagir melhor com todos os músicos, sou gaitista e algumas postagens podem ser voltada mais para gaita, porém isso não significa que irei falar só da harmônica, vou procurar frisar a música brasileira, com sua riqueza de ritmos e sons, espero que gostem da minha ideia e espero também contar com a ajuda de todos vocês. Abraço a todos!
Assinar:
Postagens (Atom)
