quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Conheçam um pouco do meu trabalho!

Show do grupo do meu amigo Rodrigo BZ

REALEJO VIRAMUNDO APRESENTA SHOW DE UM ANO DE CARREIRA

Música instrumental universal cearense. Assim é definida a singularidade da sonoridade e do repertório do quarteto Realejo Viramundo que apresenta o show “Gaita Mundo Afora”, no dia 18 de novembro (sexta-feira), às 20h, no Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av Duque de Caxias 1701 – Centro, próximo ao prédio do Dnocs). Completando um ano de existência, o grupo inicia uma nova fase. Ao som da gaita, “harmônica”, ou “realejo”, as composições próprias ganham destaque na apresentação.
Um ano passou e a vontade de se expandir para o mundo continua. Esse é o show “Gaita Mundo Afora”. Uma mostra do que se produz da nova música autoral e instrumental em Fortaleza. O repertório cuidadosamente selecionado para o espetáculo, resume a trajetória de seleções musicais grupo: dividido entre composições próprias e músicas de compositores brasileiros como Tom Jobim, Noel Rosa, Luiz Gonzaga, Jacob do Bandolim, Cartola e João Donato, ou erudito, como J.S. Bach. Na ocasião, a banda receberá os músicos convidados Hiran Câmara (gaita), Rairton Lima (bandolim) e Di Lennon Ribeiro (gaita) para execução de algumas composições. A abertura do show ficará por conta do poeta e professor Henrique Beltrão.
Foi no curso de música Universidade Federal do Ceará (UFC) que os instrumentistas Rodrigo BZ (realejo e percussão), Rafael Lima (baixo), André Benedecti (bateria) e Neto Teixeira (guitarra e violão) se conheceram em 2010. Desde então, o grupo já se apresentou na VI Semana de Educação Musical da UFC, no I Encontro de Bolsista de Graduação da UFC (na Concha Acústica), no Projeto Pôr do Som (Centro de Humanidades da UFC - Benfica), no III Aniversário do Instituto Cultura e Arte da UFC (ICA), Feira das Profissões da UFC, Iate Clube, Shopping Benfica, entre outros eventos.
Mostrando que não há limites para a linguagem musical, o Realejo Viramundo converge ritmos e estilos diferenciados. “Desde quando começamos, nos empenhamos em mostrar a diversidade que, ao mesmo tempo, reúne originalidade seja na nossa raiz nordestina, o que não dá para negar, ou na diferenciação desse instrumento melódico riquíssimo, que é o realejo”, explica o músico Rodrigo BZ. Assim, para o quarteto, é possível misturar o blues, o baião, o rock, a bossa-nova, o jazz, o choro, a salsa, o xote, o reggae e a valsa.



Serviço
Realejo Viramundo apresenta o show “Gaita Mundo Afora”
No Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av Duque de Caxias 1701 – Centro, próximo ao prédio do Dnocs), dia 18 de novembro (sexta-feira), às 20h.
Ingressos: R$10,00 (inteira); R$5,00 (meia), no local.

Dicas de livros para estudos

Olá amigos, venho aqui postar algumas dicas de livros que vocês devem ter para estudos, as dicas que irei postar são de experiências próprias, livros que uso para ampliar meu horizontes na musica, segue a lista:

Harmonia e improvisação volume I (almir chediak)
Harmonia e improvisação volume II (almir chediak) O meu preferido
A arte da improvisação (Nelson Farias)
Acordes arpejos e escalas (Nelson Farias)
Método Pozzoli

Teoria da Música – (Bohumil Med)



Esses são os livros que uso para estudos, como mencionei o meu preferido é do harmonia e improvisação vol   II do chediak, um livro bem legal, que aborda muito bem a construção de acordes, os intervalos e escalas. Abraço a todos!

A Música Popular Brasileira

Sua história começa com os índios e com a música feita pelos jesuítas que aqui aportaram. Esse encontro entre a música dos jesuítas e a música dos indígenas é a pré-história da música popular do Brasil. A evolução desses ritmos primitivos, como o cateretê ou o cantochão, são ainda hoje tocados em festas populares.


Cateretêé uma dança rural brasileira conhecida desde eras remotas. Se o nome é tupi a dança apresenta características africanas. Dança-se em duas filas, uma de homens e outra de mulheres, que evolucionam uns diante dos outros ao som de palmas e bate-pés, sendo o acompanhamento constituído por duas violas. Os violeiros cantam no intervalo da dança e dirigem as evoluções do bailado;
Cantochão: Canto litúrgico da Igreja Católica do Ocidente, essencialmente monódico, e cujo ritmo ou ausência de ritmo se baseia apenas na acentuação e nas divisões do fraseado; canto gregoriano, canto liso;


A música popular do Brasil só se tornaria mais forte no final do século 17, com o lundu, dança africana de meneios e sapateados, e a modinha, canção de origem portuguesa de cunho amoroso e sentimental. Esses dois padrões, a influência africana e a européia, alternaram-se e combinaram-se das mais variadas e inusitadas formas durante o percurso que desembocou, junto a outras influências posteriores, na música popular dos dias de hoje, que desafia a colocação de rótulos ou classificações abrangentes.
Já no século 19 surgem os conjuntos de chorões, que adaptam formas musicais européias -como a mazurca, a polca e o scottisch- ao gosto brasileiro e à forma brasileira de se tocar essas construções. Surge então, a partir da brasileirização dessas formas, o choro, e firmam-se novas danças, como o maxixe.
O samba urbano só se firmaria na década de 30, época em que surge a primeira escola de samba, a Deixa Falar, fundada em 1929. Depois, com a popularização do rádio e do disco a música popular se consolidaria e chegaria ao mundo de opções musicais que hoje o Brasil possui.


Fontes: http://almanaque.folha.uol.com.br/musicapopulardobrasil.htmhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Cateret%C3%AA, Dicionario Aurelio.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Breve introdução sobre o blog

Olá amigos, me chamo Natanael e criei esse blog com o objetivo de interagir melhor com todos os músicos, sou gaitista e algumas postagens podem ser voltada mais para gaita, porém isso não significa que irei falar só da harmônica, vou procurar frisar a música brasileira, com sua riqueza de ritmos e sons, espero que gostem da minha ideia e espero também contar com a ajuda de todos vocês. Abraço a todos!